Quem sou eu

Pare de me julgar, Fázinha da infância!
Por nome de batismo, sou Fátima, que era santa [só ela, né]. Babini é sobrenome que vem da Itália. Cabral segue sua nau. Contudo, acabei travestida em nota: Fá - é fácil decorar. Sou jornalista, míope e avoada; gosto de cozinhar, costurar, cantar e renomear todos os arquivos que faço download.

Na faculdade de jornalismo, escrevi um livro-reportagem sobre saúde mental e a relação da sociedade com a loucura e, atualmente, curso faculdade de Gestão de Políticas Públicas com o intuito de um dia contribuir mais diretamente na criação de políticas que melhorem a vida dos pacientes com transtornos mentais.

Digo que vivo em um universo entre loucos e palhaços, pois acredito na afinidade destes dois seres e busco compreender como eles podem se encontrar para diminuir o sofrimento e potencializar o afeto.

Penso que meu maior desafio é aprender a lidar com as mazelas interiores e não chutar o pau da barraca para o mundo todas as vezes em que me sinto contrariada. Sofro com algumas oscilações intensas de humor e assim caminha a minha vida, ora em desespero e euforia, ora em quase-equilíbrio, ora com uma ansiedade filha da puta, ora com a paz interior de um monge zen-budista.

Espero que as pessoas não se arrependam de ter vindo aqui e que as coisas registradas neste espaço sirvam, de alguma forma, para tornar o mundo [mesmo que virtualmente] um lugar mais querido e divertido.

Cheiros!

Mr. Bean 

P.S.: Ah! Faço coleção de fotos 3x4, portanto, sinta-se conviad@ a aumentar essa coleção não se encabulando de me presentear com um mini-retrato seu.

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